‘Mangás, Animes e a Psicologia”: Entrevista com a Profa. Ivelise Fortim

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Em março, a cena otaku brasileira terá uma surpresa.

Talvez você já tenha lido internet afora que estava para ser lançado um livro analisando mangás e animes sob a perspectiva da psicologia.

Ele se chama Mangás, Animes e a Psicologia e chega às prateleiras no próximo dia 15. Escrito por pesquisadores da PUC (e otakus de carteirinha), é uma tentativa de trazer discussões mais aprofundadas para aqueles que amam cultura pop japonesa.

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3 passos para entender ‘Serial Experiments Lain’

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Poucas animações dividem tanto seu público quanto Serial Experiments Lain.

O clássico cult de Yoshitoshi Abe dificilmente falha em causar uma impressão. Não, necessariamente, pelos mesmos motivos.

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O atentado ao metrô de Tóquio e a literatura japonesa

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Créditos

Em 20 de março de 1995, cinco membros do culto apocalíptico Aum Shinrikyo embarcaram em linhas diferentes do metrô de Tóquio. Sob os braços, levavam  bolsas do neuro-agente sarin enroladas em jornal. Em dado momento, armados com guarda-chuvas de pontas limadas, eles furaram as bolsas e fugiram.

O atentado ganhou as manchetes, nem tanto pela sua letalidade, mas pela natureza de suas consequências.

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Shinkai e “Kimi no Na Wa”: A ‘era dos otakus’ realmente terminou?

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Há algo de podre no reino dos animes. Ou, pelo menos, é o que se diz por aí.

Fãs de Makoto Shinkai, o celebrado diretor de 5 Centímetros por Segundo, devem saber que seu novo filme, Kimi no Na Wa, acaba de ser lançado no Japão. Alguns figurões da indústria já tomaram a internet para despejar seus elogios.

O que talvez não tenham ouvido é que o filme provocou também reações um tanto estranhas.

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É possível fazer games sem objetivos?

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Gamers estão desculpados por se sentirem inseguros com No Man’s Sky. O jogo da Hello Games mal foi lançado, mas já se tornou um dos títulos mais esperados, ambiciosos e polêmicos dos últimos tempos.

Anunciado como um game de exploração e sobrevivência em um universo “infinito” no qual é possível fazer quase tudo, o game atiçou a esperança de fãs, mas também a desconfiança de uma geração pós-Peter Molyneux.

Para quem já se decepcionou e perdeu dinheiro com jogos hypados no passado, No Man’s Sky parece bom demais para ser verdade.

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É possível escrever críticas objetivas? (parte 2)

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Todos nós já reclamamos daquele filme excelente que foi malhado pela crítica. Ou daquela obra completamente sem mérito que todos consideram a última bolacha do pacote.

Porém, até que ponto é possível dizer que essa ou aquela obra realmente é boa? Onde termina nosso gosto pessoal e começa a verdade? Quando se trata de arte, existe mesmo uma “verdade”?

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