‘Mangás, Animes e a Psicologia”: Entrevista com a Profa. Ivelise Fortim

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Em março, a cena otaku brasileira terá uma surpresa.

Talvez você já tenha lido internet afora que estava para ser lançado um livro analisando mangás e animes sob a perspectiva da psicologia.

Ele se chama Mangás, Animes e a Psicologia e chega às prateleiras no próximo dia 15. Escrito por pesquisadores da PUC (e otakus de carteirinha), é uma tentativa de trazer discussões mais aprofundadas para aqueles que amam cultura pop japonesa.

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“O Museu do Silêncio”: as memórias (e a literatura) são universais

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Muitos anos atrás, um primo italiano, restaurador, deu para minha mãe um vaso que encontrou em um sítio arqueológico. Ele o escavara em Cariati, uma pequenina cidade do sul da Itália de onde veio a minha família.

Estava em pedaços e parecia ser muito antigo. Grego? Romano? Etrusco? Ninguém sabia ao certo, mas não importava. Minha família sempre o tratou como um tesouro sem igual.

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“Kuzu no Honkai” e a ditadura do orgasmo

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Vez ou outra surge um anime que nos pega  de surpresa.

Para nós, blogueiros, o último sucesso com certeza foi Kuzu no Honkai. Meus colegas Vitor do Otaku Pós-Moderno e Fábio do Anime 21 me contaram que a série não só virou uma sensação, como fizeram suas resenhas quebrarem recordes de tráfego.

A atenção é merecida. A série pode parecer só mais um drama escolar, mas se afunda no tema que nunca falha em despertar interesse – ou polêmicas.

Sexo.

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“História da Sua Vida”: o conto que inspirou “A Chegada”

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Tudo isso que eu já vi na guerra, (…) tanta falta de sentido, violência… me fez pensar sobre falta de comunicação. Quer dizer, essa não é a raiz de tudo isso? Conflitos, guerras… no final das contas, não é tudo questão de linguagem? As palavras que ouvimos e que dizemos e que não são sempre as mesmas. E eu pensei: e se houvesse uma só língua – uma língua universal?

A sacada é do xerife Hank Larsson, personagem da série Fargo. É uma ideia atraente, em que todos nós, em algum momento, já devemos ter pensado.

E se tudo o que houvesse de errado na terra fossem apenas problemas de comunicação?

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