[Aviso]: hiato para um café… e um ou dois onigiris

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Queridos leitores,

Essa semana o blog entra em pausa, pois estarei realizando um grande sonho: minha lua de mel na Terra do Sol Nascente!

O Finisgeekis estará de volta no início de junho com um conteúdo super especial. Além dos artigos de que vocês tanto gostam, trarei travel logs e matérias sobre os bastidores da cultura pop japonesa.

またね!

Por que “Nier: Automata” é uma narrativa tão marcante

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(Aviso: contém SPOILERS de Nier: Automata)

Dizer que Nier: Automata é um jogo excepcional já é quase chover no molhado.

Seu criador, Yoko Taro, sempre foi conhecido por pensar fora da caixa, mas nenhuma de suas obras, até agora, chegou tão perto do rótulo de “mainstream”.

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Revisitando “Solaris”: como o clássico de Lem mudou a literatura

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Existem pautas que nos pegam de surpresa, e outras que não aguentamos de vontade para colocar no papel.

O texto de hoje é do segundo tipo.

Qual foi minha surpresa ao navegar pelos canais da editora Aleph e descobrir que Solaris, clássico insuperável de Stanislaw Lem, ganharia uma nova (e linda) versão brasileira.

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“Matéria Escura”: um romance perdido no uncanny valley

chicago bean night
Por CatharsisJB

Você voltaria ao passado para consertar algum arrependimento?

E se isso custasse abandonar a vida que tem hoje, com tudo o que trouxe de bom?

Se tivesse de escolher entre viver oportunidades que deixou passar e tudo o que tem hoje, qual seria sua escolha?

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“Game over?” Como os games tornam o fracasso viciante

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Tudo o que vive está fadado a terminar.

Com essas palavras começa Nier: Automata, o novo jogo de Yoko Taro que coleciona elogios.

Meio JRPG, meio bullet hell; meio ruminação filosófica, meio tributo metanarrativo, o jogo nos força, a todo momento, a repensar o que sabemos sobre nosso hobby.

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“Torment: Tides of Numenera”: o futuro dos RPGs é uma casa dividida

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Certa vez, assistindo à intro de Majora’s Mask, minha noiva fez o seguinte comentário:

Os jogos no passado eram mais mágicos.”

“Por quê? ” eu perguntei.

“Porque deixavam mais a cargo da imaginação.”

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