Profissionais do Cosplay: Kevin Leab Thong

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Créditos: Kaicom

interview readNessa coluna, eu trago a vocês depoimentos daqueles que, de uma maneira ou de outra, se transformaram em “profissionais” do cosplay. Para alguns, foi uma atividade paralela, uma forma, muitas vezes, de custear os próprios trajes. Para outros, uma segunda vida fazendo aquilo que mais amam. Para outros, ainda, uma profissão à qual se dedicam noite e dia.

Kevin Leab Thong é um cosmaker que realizou o grande sonho da maioria dos nerds. Ele conseguiu ingressar na indústria de games, a ponto de se tornar community manager da CD Projekt RED na França, seu país natal.

Kevin aceitou bater um papo comigo, no qual conversamos sobre a presença de cosplayers em empresas de videogames, as fronteiras entre cosmakers e figurinistas e seu trabalho em atividades filantrópicas.

Confiram abaixo a entrevista

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Profissionais do Cosplay: Jaqueline Abrão

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Créditos: Eduardo Portas

Nessa coluna, eu trago a vocês depoimentos daqueles que, de uma maneira ou de outra, se transformaram em “profissionais” do cosplay. Para alguns, foi uma atividade paralela, uma forma, muitas vezes, de custear os próprios trajes. Para outros, uma segunda vida fazendo aquilo que mais amam. Para outros, ainda, uma profissão à qual se dedicam noite e dia.

Jaqueline Abrão é uma cosplayer com um currículo de dar inveja a qualquer um. Promotora de eventos, já atuou em alguns dos encontros mais prestigiosos do país. Na nossa conversa, ela me contou o trabalho de jurada de concursos, o impacto da Comic Con para a cena geek brasileira, a importância de um bom fotógrafo e muito mais.

Confiram a entrevista abaixo:

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‘Pokémon Go’: O bom, o mau e o feio

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Goste ou não, não é mais possível ignorar o fenômeno. Pokémon Go se tornou campeão de pesquisas no Google , superou o Tinder em número de instalações e criou um novo gênero de pornografia.

Sua popularidade é tão grande que foi criado até um site para acompanhar o ritmo dos novos downloads em tempo real. Os resultados, como é de se imaginar, são assombrosos.

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É possível fazer games sem objetivos?

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Gamers estão desculpados por se sentirem inseguros com No Man’s Sky. O jogo da Hello Games mal foi lançado, mas já se tornou um dos títulos mais esperados, ambiciosos e polêmicos dos últimos tempos.

Anunciado como um game de exploração e sobrevivência em um universo “infinito” no qual é possível fazer quase tudo, o game atiçou a esperança de fãs, mas também a desconfiança de uma geração pós-Peter Molyneux.

Para quem já se decepcionou e perdeu dinheiro com jogos hypados no passado, No Man’s Sky parece bom demais para ser verdade.

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Profissionais do Cosplay: Chowitsu

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Créditos: Felix Works

Nessa coluna, eu trago a vocês depoimentos daqueles que, de uma maneira ou de outra, se transformaram em “profissionais” do cosplay. Para alguns, foi uma atividade paralela, uma forma, muitas vezes, de custear os próprios trajes. Para outros, uma segunda vida fazendo aquilo que mais amam. Para outros, ainda, uma profissão à qual se dedicam noite e dia.

Chowitsu é uma cosplayer portuguesa que trabalha como cosmaker e já fez várias aparições como cosplayer dentro e fora da cena nerd. Na nossa conversa, ela me contou sobre sua rotina de trabalho, suas experiências como boothbabe em um bar de games, a popularidade do cosplay na mídia portuguesa e muito mais.

Confiram a entrevista abaixo:

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É possível escrever críticas objetivas? (parte 2)

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Todos nós já reclamamos daquele filme excelente que foi malhado pela crítica. Ou daquela obra completamente sem mérito que todos consideram a última bolacha do pacote.

Porém, até que ponto é possível dizer que essa ou aquela obra realmente é boa? Onde termina nosso gosto pessoal e começa a verdade? Quando se trata de arte, existe mesmo uma “verdade”?

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